Vivemos, actualmente, numa sociedade profundamente tecnológica e global.O emergir da economia do conhecimento em rede, enquanto extensão cognitiva, faz ressaltar a necessidade de conectividade e a importância do conectivismo, imprescíndivel ao ser humano do sec. XXI.
Conectividade é uma capacidade basilar, perspectivada por vários autores.
Castels (2004) refere, a propósito deste conceito "conectividade autodirigida, ou seja, a capacidade de qualquer pessoa para encontrar o seu próprio destino na rede e, se não encontrar, para criar e publicar a sua própria informação, suscitando assim a criação de uma nova rede".
Salvat (2003) refere também o conceito de conectividade, quando (em dez pontos) caracteriza a geração digital.
Siemens (2005) defende que as teorias de aprendizagem como, behaviorismo, cognitivismo e construtivismo não exploram o impacto das tecnologias e das redes de aprendizagem. Propôs, desse modo, uma teoria de aprendizagem para a era digital - conectivismo.
Ana Amorim Carvalho, por seu lado, considera o conectivismo, tal como caracterizado por Siemens (2005) uma teoria infundada, embora reconheça a importância da conectividade na era digital.
Contudo, quanto à caracterização das conexões na aprendizagem, defendidas por Siemens, a autora defende que são bem conseguidas.
"As conexões que nos permitem aprender são mais importantes do que o nosso estado actual de conhecimento." Siemens (2005)
O conectivismo assenta no facto de que as decisões a tomar se baseiam em informações que estão em constante mudança, resultando daí a necessidade de desenvolver espírito crítico e saber distinguir a informação.
Jorge Siemens: The Changing Nature of Knowledge
Bibliografia:
Carvalho, Ana Amélia Amorim (2007). Rentabilizar a internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS
